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Archive for February 12th, 2009

Feb
12

O nascimento de Ganêsha – por Fábio Euksuzian

Posted by Andre Mafra under novela

O nascimento de Ganêsha

Conta a lenda que após Shiva e Parvatí se casarem, mudaram-se para ganeshaviver em isolamento em meio as cavernas do Monte Kailash. Como já era de costume, Shiva, freqüentemente, sentia a necessidade de ficar sozinho e por isso, “perdia-se” por longos espaços de tempo nas gélidas florestas dos Himalayas; com isso, Parvatí, sentia-se cada vez mais abandonada.
Certo dia, a deusa banhava-se no lago Manasarovar, próximo do local onde residia. Tudo estava como de costume, quando em um ato de extrema vontade, ela começa a esfregar sua própria pele com pasta de sândalo (conhecida por seus efeitos afrodisíacos); de repente, do meio daquela poeira toda, brota um garoto que é logo batizado por ela de Vinayaka (aquele que é dito artificial).  Identificaram-se em primeira instância, voltaram juntos à gruta e pararam em frente à caverna.

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Ontem no capítulo de quarta-feira. Bahuan prática uma boa sequência de ásanas musculares do Yôga. Veja as fotos abaixo ou o capítulo no post anterior. Márcio Garcia foi treinado por professores de SwáSthya no Rio de Janeiro.

Saiba mais sobre ásanas encadeados no artigo sobre coreografias.

U&m abraço do Mafra e parabéns pelo Marcio Garcia que fez uma bela cena.

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Maya em seu trabalho de telemarketing

O Código de Manu (Manu Smrit) é um compêndio de livros escritos em versos redigidos entre os séculos I e II d.c que expõe as regras de conduta severas para as castas. Com a idéia de preservar a tradição, as mulhres tomaram um papel bastante secundário na tradição hindu. Para Manu as mulhres estão no nível ao abaixo dos shúdras. Shudras são aqueles que não tem acesso aos livros sagradaos e que tem como missão servir e executar trabalhos secundários.
No capítulo anterior temos os apuros que as mulhrees indianas vivem para ter um espaço na sociedade. Sua princiapl função é a de gerar um herdeiro homem. .
Segundo Van Lyzabeth:
“Uma mulher hindu é considerada estéril, mesmo se teve filhas, enquanto não “der” pelo menos um filho ao marido. ” pa. 54 – Tantra o culto da feminilidade.

O pensamento tradicional prega que se a mulher dominar o ato sexual ela produzirá apenas filhas mulheres. O que seria um castigo divino.

Manu, o legislador patriarcal ainda cita que a mulher deve ser cuidada na infância pelos pais, na fase adulta pelo marido e na velhice pelos filhos. A mulher não merece independência.

leia atambpem o artigo de Paulo Cunha sobre as castas

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Feb
12

Capitulo 21 – quarta-feira

Posted by Andre Mafra under novela

parte 1

parte 2

parte 3

parte 4

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