Cores e mitos da Índia são vistos logo na comissão de frente da Pérola Negra, segunda escola a entrar na avenida.

Comissão de Frente da Pérola Negra
A estátua do Deus hindu Ganesh, divindade hindu, abriu o desfile, rodeada por homens com trajes típicos que pareciam reverenciar a imagem. Logo atrás, um grupo de mulheres apresentava dança típica indiana em frente ao carro abre-alas, todo dourado, chamado “Carruagem do Sol”. Este último, além de um grande templo, trazia sete cavalos de uma lenda indiana, representando sete dias da semana.
O enredo “…Guiado por Surya pelos caminhos da Índia em busca da Pérola Sagrada“, levantou o público ao transmir a idéia de uma personagem que viaja pela Índia em busca de uma pérola. Dentro deste tema, várias divindades apareceram, além de cores vibrantes em alas como “Filosofia Budista”, com fantasias em cor amarela e cheia de detalhes. Houve ainda o carro “Ashok e o Budismo”, todo amarelo, com uma escultura de Buda de olhos fechados, simbolizando a meditação.
A Ilha de Goa, representada por um carro alegórico com símbolos do Carnaval, foi mostrada como se a personagem do enredo passasse pelo local. Neste carro, apareceu como destaque Ângela Bismarchi e, no chão, a atriz Juliana Alves.
O monumento Taj Mahal apareceu no último carro alegórico, representando o “Amor de Ganesh“, o Deus hindu que, em tese, mostraria à “personagem” que a “pérola” procurada era algo abstrato e não material. A bateria, vestida com trajes brancos e dourados, entrou na avenida, encerrando a passagem às 0h48, dentro do horário previsto.
Fonte Portal UOL
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